O MOSTRENGO

O mostrengo que está
no fim do mar
Na noite de breu
ergueu-se a voar;
À roda da nau voou
três vezes,
Voou três vezes a
chiar,
Nas minhas cavernas
que não desvendo,
Meus tectos negros do
fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo:



